A Reforma Tributária não é apenas uma reorganização fiscal e contábil, mas uma profunda transformação tecnológica que exige a adaptação imediata dos ERPs e sistemas corporativos. No evento Mercado&Opinião TAX REVOLUTION 2026, o CEO da EPI-USE Brasil, Roberto Medeiros, debate os impactos práticos dessa transição na operação das empresas.
Nesta quarta-feira, 4 de novembro, a EPI-USE Brasil estará presente no Mercado&Opinião TAX REVOLUTION 2026, realizado na Arena 10x, em São Paulo. Mais do que acompanhar as discussões do setor, a consultoria estará no palco principal representada por seu CEO, Roberto Medeiros, abordando um dos tópicos mais críticos e urgentes para as lideranças empresariais.
O tema levado ao público afeta diretamente a inteligência e os processos das organizações: o impacto inevitável da reestruturação tributária sobre os softwares de gestão que sustentam a operação diária.
Quando se fala em Reforma Tributária, as atenções costumam se voltar para as equipes fiscais e contábeis: novas alíquotas, a criação do IVA dual, extinção de velhos impostos e regras de aproveitamento de crédito. No entanto, existe um impacto silencioso que muitas empresas ainda estão subestimando.
A Reforma não ficará restrita aos departamentos tributários. Ela atingirá diretamente o coração operacional das organizações: o ERP que emite notas fiscais, calcula impostos, apura créditos e conecta a contabilidade ao financeiro diariamente.
Tratar a Reforma apenas como uma mudança de alíquotas operada pelo setor fiscal, sem rever os fluxos automatizados e a inteligência do ERP.
Reestruturar a arquitetura dos sistemas de gestão para suportar a convivência de dois regimes tributários paralelos e novas regras de apuração.
A grande questão que as lideranças empresariais precisam responder desde já é: o que vai acontecer com os sistemas e ERPs que já estão rodando dentro das empresas?
Criada pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e regulamentada pela Lei Complementar nº 214/2025, a Reforma substitui cinco tributos sobre o consumo (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por três novas figuras: a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e o Imposto Seletivo.
Essa substituição ocorrerá de forma gradual, impondo desafios técnicos contínuos para a área de TI e os mantenedores dos ERPs ao longo dos anos:
Na prática, isso significa que durante anos as empresas precisarão manter dois modelos tributários rodando de forma simultânea dentro dos seus ERPs. Os impactos diretos incluem:
Inclusão de novos campos e validações na NF-e, NFC-e, NFS-e, CT-e e MDF-e.
Revisão completa dos cadastros de produtos, serviços e matrizes de regras fiscais.
Mudança na apuração de créditos não cumulativos e recalculação da formação de preços.
Adaptação de cláusulas e reajustes contratuais que atravessarão o período de transição.
É exatamente esse desafio técnico e operacional que Roberto Medeiros, CEO da EPI-USE Brasil, abordará durante o Mercado&Opinião TAX REVOLUTION 2026.
Reconhecido no mercado como uma das principais referências brasileiras em tecnologia empresarial, sistemas de gestão e transformação de ERPs, Roberto trará uma visão prática sobre como preparar os sistemas vigentes para suportar a transição com segurança.
A visão levada ao palco reflete a bagagem de uma organização global com mais de 40 anos de história e softwares licenciados para mais de 1.700 grandes empresas e órgãos públicos mundialmente.
O compromisso principal da EPI-USE é garantir que a tecnologia acompanhe as mudanças do negócio e da legislação de forma ágil, minimizando riscos operacionais.
"A tecnologia deve acompanhar as mudanças do negócio e da legislação, e não o contrário."
O evento reunirá mais de 17 palestrantes e mais de 400 empresários, líderes e tomadores de decisão em São Paulo, promovendo um ambiente voltado para conteúdo estratégico e networking de alto nível.
A programação do TAX REVOLUTION 2026 está estruturada em dois grandes eixos temáticos:
Estratégia, liderança, inovação, inteligência artificial, tecnologia, produtividade e competitividade empresarial.
Impactos fiscais, desafios tecnológicos, adequação de sistemas corporativos e novas estratégias de negócios.
A Reforma Tributária exige uma transformação tecnológica profunda nos ERPs e sistemas corporativos.
O período de transição (2026 a 2033) forçará a convivência de dois modelos tributários simultâneos.
Roberto Medeiros, CEO da EPI-USE Brasil, aborda o tema no TAX REVOLUTION 2026 na Arena 10x.
Planejar a adaptação com antecedência é indispensável para evitar impactos na operação e no faturamento.
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