a member of groupelephant.com
beyond corporate purpose  

EPI-USE Brasil - Consultoria SAP Especializada
  • Sobre Nós
  • Serviços
  • Produtos
  • SAP SuccessFactors
  • SAP S/4HANA
  • Cases de Sucesso
  • Blog
  • Contato
  • Sobre
    • Sobre Nós
    • Carreiras
    • Reconhecimentos
    • Rede de Parceiros
    • Group Elephant
    • ERP
  • Serviços
    • Serviços Relacionados a SAP
      • SAP SuccessFactors
      • SAP Gerenciamento de Capital Humano
      • Workforce Software
      • Booster for Payroll Control Center
    • Serviços na Nuvem
      • SAP S/4HANA
      • SAP HCM Cloud
      • SAP Payroll Cloud
    • Outros Serviços
      • ServiceNow HR Service Delivery
      • Suporte Pós-Implantação (AMS)
      • Suporte Evolução SAP SuccessFactors
      • SAP SuccessFactors para PME's
  • Produtos
    • Data Sync Manager
      • System Builder
      • Client Sync
      • Object Sync
      • Transformação de Landscape
    • HCM
      • Data Sync Manager para HCM
      • Query Manager
      • Variance Monitor
      • Pay Recon
      • Advanced Time Process Manager
      • Connector Framework
      • PRISM
      • talentools - Plataforma de RH
    • Outros Produtos
      • Treinamento e Serviços
      • Pacote de serviços QM (Query Manager)
      • Suporte de Produto
      • SkillScanner
      • eSocial Express
      • Serviços de localizações Folha de Pagamento SAP
    • Landscape
      • Data Sync Manager™ Suite
      • Cryptographic Library
    • Relatórios
      • Query Manager
      • Document Builder
    • Segurança
      • Data Secure
      • GDPR Privacy Suite
  • SAP S/4HANA
  • SAP SuccessFactors
  • Blog
  • Cases de Sucesso
  • Contato

Pós-Carnaval: comece o ano com 8 tendências de IA

O que empresas precisam saber sobre IA após o Carnaval.

  Em Transformação Digital

  Publicado em 24/02/2026 12h51

  4 minutos para leitura

  • Compartilhe esse post
  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no Twitter

No Brasil, muita gente brinca que o ano só começa depois do Carnaval. E, se isso for verdade, talvez este seja o melhor momento para olhar para as tendências de Inteligência Artificial que realmente vão moldar 2026.

A palavra-chave aqui é maturidade. Depois de três anos de euforia, testes, provas de conceito e pilotos isolados, a IA deixou de ser promessa futurista para se tornar agenda estratégica. Como aponta André Amorim, Chief Sales Officer da Valcann para a América Latina, 2026 não será sobre inovação pela inovação, mas sobre gerenciar IA em escala.

Continue a leitura e entenda.

1. IA como infraestrutura e não mais como diferencial

Se entre 2022 e 2025 a pergunta era “o que a IA pode fazer?”, agora a pergunta mudou para: como integrar IA de forma estruturada e eficiente em todos os processos?

Assim como ocorreu com a computação em nuvem, a IA está se tornando infraestrutura básica. Interfaces conversacionais passam a ser padrão. Sistemas que não operam com linguagem natural começam a parecer ultrapassados.

O impacto é direto:

  • IA deixa de ser projeto experimental

  • Passa a ser item fixo no orçamento de TI

  • É medida por eficiência operacional, não por “efeito uau”

Segundo projeções recentes da Gartner, os investimentos globais em IA devem ultrapassar centenas de bilhões de dólares até 2026, com foco em integração e escala, não apenas em inovação pontual.

2. Governança deixa de ser opcional

Quanto mais agentes autônomos operando, maior o risco.

Privacidade de dados, compliance regulatório, segurança da informação e rastreabilidade algorítmica entram definitivamente na pauta do C-level. Não por escolha, por necessidade.

É aqui que surge com força a figura do Chief AI Officer (CAIO), responsável por alinhar tecnologia, estratégia e governança.

A IA em 2026 será menos sobre “qual modelo usar” e mais sobre:

  • Como controlar riscos

  • Como garantir uso ético

  • Como escalar sem comprometer reputação

Empresas que negligenciarem governança podem até inovar rápido, mas dificilmente sustentarão crescimento.

3. Times de agentes colaborativos

A chamada IA agêntica evolui.

Não estamos mais falando de bots isolados que executam tarefas simples. Estamos falando de times de agentes colaborando entre si para gerenciar processos completos, como order-to-cash, atendimento omnichannel ou cadeias logísticas.

Isso muda a estrutura organizacional.

Departamentos passam a funcionar como centros de excelência que supervisionam e treinam agentes digitais. O papel humano deixa de ser operacional e se torna estratégico.

A discussão deixa de ser automação de tarefas. Passa a ser automação de processos inteiros.

4. Hiperpersonalização real em escala

A promessa da personalização 1:1 finalmente se aproxima da realidade.

Com modelos mais avançados e maior capacidade de processamento em tempo real, empresas conseguem analisar comportamento individual, histórico de consumo e contexto para gerar experiências únicas.

Na prática, isso significa:

  • Marketing que conversa com indivíduos, não segmentos

  • Produtos adaptáveis em tempo real

  • Atendimento que antecipa demandas

Empresas que dominarem essa capacidade tendem a aumentar LTV, retenção e lealdade, métricas cada vez mais estratégicas.

5. IA sai da tela e vai para o mundo físico

A convergência entre IA, robótica e IoT acelera.

Movimentos estratégicos recentes mostram isso com clareza. A OpenAI adquiriu a startup de hardware io Products, Inc., cofundada por Jony Ive, sinalizando avanço na integração entre IA e dispositivos físicos.

Enquanto isso, Elon Musk intensifica investimentos em robótica e automação.

Indústrias como manufatura, logística, agro e saúde já vivem essa transformação:

  • Robôs adaptativos

  • Drones autônomos

  • Dispositivos inteligentes preditivos

A IA deixa de ser software. Passa a ser parte do ambiente físico.

6. Dados estruturados viram ativo estratégico

IA sem dados confiáveis não escala.

Empresas que avançam mais rápido são aquelas que já resolveram integração, qualidade e governança de dados. A discussão sobre data lakes e data meshes evolui para arquiteturas preparadas para IA generativa e agentes autônomos.

Em 2026, quem ainda estiver organizando planilhas provavelmente ficará para trás.

7. Requalificação deixa de ser RH e vira estratégia corporativa

A automação de processos inteiros não elimina pessoas, mas transforma funções.

Líderes precisam responder perguntas difíceis:

  • Como redesenhar áreas impactadas por agentes?

  • Como treinar profissionais para supervisionar IA?

  • Como manter cultura e engajamento em ambientes híbridos humano-máquina?

A vantagem competitiva não estará apenas na tecnologia, mas na capacidade de adaptação organizacional.

8. IA responsável como diferencial competitivo

Com regulamentações avançando na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil, responsabilidade algorítmica deixa de ser discurso institucional.

Empresas que investem em transparência, explicabilidade e uso ético ganham:

  • Confiança do mercado

  • Preferência do consumidor

  • Segurança jurídica

Depois do Carnaval, o ano começa — mas começa com responsabilidade.

O que isso significa para 2026?

Se 2022 a 2025 foi a era da curiosidade, 2026 consolida a era da responsabilidade industrial da IA.

A transformação não será apenas tecnológica. Será estratégica e humana.

A pergunta não é mais se sua empresa terá IA.

A pergunta é: ela estará preparada para governar, escalar e liderar essa nova infraestrutura?

Porque, como no Carnaval, quem entra no ritmo atrasado passa o resto do ano tentando acompanhar o bloco.

Converse com o nosso time e saiba mais.

Avalie este conteúdo  


  • Compartilhe esse post
  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no Twitter

Assine a nossa Newsletter!

E fique por dentro de todas as novidades da EPI-USE Brasil.

Legal!
Você assinou a nossa Newsletter!

A partir de agora você receberá nossas novidades diretamente no seu e-mail!

Para isso, é importante que você adicione o e-mail marketing@epiuse.com.br na lista de remetentes confiáveis,
para evitar que nossas mensagens fiquem presas na caixa de spam!

Um abraço,
Equipe EPI-USE Brasil

Opps!
Um erro ocorreu!

Sentimos muito por isso! Tente novamente mais tarde!

Um abraço,
Equipe EPI-USE Brasil

Veja Também

Prova do líder: o que o BBB ensina sobre decisões sob pressão

Prova do líder: o que o BBB ensina sobre decisões sob pressão

IA para RH no SAP SuccessFactors: 6 usos estratégicos

IA para RH no SAP SuccessFactors: 6 usos estratégicos

Governança de dados: clareza além do volume

Governança de dados: clareza além do volume

SOBRE NÓS

A EPI-USE atua com foco nas soluções: SAP S/4HANA, SAP SuccessFactors, Qualtrics, SAP BTP, WorkForce Software, ServiceNow e SAP Signavio. É especialista em infraestrutura em nuvem pela AWS, Microsoft Azure e Google Cloud e atua com automação de testes e observabilidade. A EPI-USE é membro do groupelephant.com que emprega mais de 3.700 pessoas em mais de 40 países.

ALÉM DO PROPÓSITO CORPORATIVO

1% da nossa receita é destinada à proteção e a preservação de elevantes e rinocerontes!


1% de nossa receita é aplicada à proteção e preservação de elefantes e rinocerontes em risco, por meio de uma estratégia baseada no alívio da pobreza.
www.erp.ngo

ESCRITÓRIO PRINCIPAL (SÃO PAULO)

  • Alameda Terracota 185, cj 931 - - São Caetano do Sul - SP
  • +55 11 3846-0430
  • marketing@epiuse.com.br

SIGA-NOS NAS REDES SOCIAIS


Copyright 2026 EPI-USE Brasil | A EPI-USE Brasil é membro do groupelephant.com | Política de Privacidade | Política de Cookies | Aviso Legal | Canal de Ética